skip to Main Content
Experiência No Congresso Da Abrates 2016 — Por Iara Aurélia De Macedo

Experiência no Congresso da Abrates 2016 — por Iara Aurélia de Macedo

Seguimos com a série de publicações que relembram um pouco como foi o VII Congresso Internacional de Tradução e Interpretação da Abrates. Desta vez, quem nos faz reviver essa valiosa experiência é a colega Iara Aurélia de Macedo, agraciada com uma das inscrições sorteadas pela ATPP para o evento. E não se preocupe, Iara, já anotamos a sugestão que você deixou ao final do texto e faremos o possível para colocá-la em prática!

 

Tive oportunidade de participar do Congresso da Abrates pela primeira vez e avalio que foi uma experiência foi muito positiva.

A abertura do congresso foi com uma entrevista com Cora Rónai – sobre seu pai Paulo Rónai, tradutor, ensaísta, critico, pioneiro na organização da Abrates.

O Congresso foi organizado em sete salas com apresentações e debates simultâneos e em dois dias consegui participar de 11 apresentações, incluindo a entrevista de abertura. É importante registrar a excelência e diversidade dos conteúdos apresentados e pela coincidência da programação dificultou a escolha dos temas.

Assisti a apresentação de tradutores do Paraná e tive interesse em temas relacionados a tradução pública, ferramentas de auxílio a tradução (CAT tools) e sobre agências de tradução.

Em relação a CAT Tools tivemos oportunidade de conhecer as ferramentas diretamente com os diversos fornecedores que estavam expondo no Congresso, inclusive com oferta especiais para os participantes.

O congresso é um ambiente de oportunidade para contatos, parcerias e abertura para o mundo da tradução. Destaco principalmente, as possibilidades que existem além da tradução pública, que confesso não tinha ideia. A maioria dos participantes não eram tradutores públicos o que tornou o congresso um fórum muito interessante para intercâmbios.

Fomos informados de que todo o conteúdo apresentado estaria disponível no site da Abrates, mas até 15 de julho ainda estavam disponibilizados.

Os painéis de que participei foram:

Título — Apresentadores

 Mastermind na Tradução — Carolina Walliter, Márcia Nabrzecki, Sheila Gomes e Thiago Hilger

La implementación de MT (Machine Translation) en proveedores de servicios linguísticos: aspectos técnicos, métrica y casos de estudio (espanhol) — Sebastián Martín

E como ficou a Tradução Pública no Brasil? — Monica Hruby

Como começar a trabalhar com agências de tradução — Adriana de Araújo Sobota

Introdução às ferramentas CAT – por onde começar — Jorge Rodrigues

Tradutores juramentados: quem são? De onde vêm? — Mônica Koehler Sant’ana e Luis Augusto Ferreira de Araújo

Praxes em Tradução Juramentada: mitos e verdades — Andrea Andri Doris e Raquel Schaitza

A Tradução Jurídica no âmbito da Arbitragem & ADR: Desafios e Soluções — Marina Bevilacqua

Pequenos ajustes, grandes melhorias — Richard Laver e Raquel Schaitza

Fé Pública, Documento Público e Segurança. Modernização da tradução pública: Apostille de Haia e Certificação Digital — Ernesta Ganzo e Marisol Mandarino

Agradeço a ATPP a oportunidade e gostaria de sugerir que a Associação avaliasse a possibilidade de organizar um evento (curso, encontro, seminário) sobre CAT Tools, creio que pode ser interessante para os associados.

Back To Top
Search